Nesse momento, vi uma caixinha de joias abandonada na sarjeta, próximo a uma boca de lobo da rua, e pedi ao detetive que por favor confiasse em mim e olhasse o conteúdo daquela caixinha, pois ela pertencia a real assassina. Ele relutou um pouco, mas acabou abrindo a caixinha e logo em seguida, com nojo, a soltou no chão, pois ela estava cheia de fezes, que se derramaram na sarjeta e começaram a se espalhar. Os dois oficiais ainda me seguravam pelos braços enquanto o detetive olhava para as fezes, que estavam moles e se misturavam com a água que corria na sarjeta, e então ele percebeu pedaços de sangue saindo do meio das fezes que se desintegravam, juntamente com coágulos de gordura, que começaram a boiar e serem arrastadas mais rapidamente pela água da sarjeta. O oficial gritou 'ela está dizendo a verdade, sigam-me! A gordura irá nos mostrar a real assassina.', e os policiais o obedeceram, me soltando saíram correndo junto ao detetive, seguindo o destino dos restos de gordura nas fezes que estavam sendo arrastados pela água.
Por fim, a gordura reduziu a velocidade e quando chegou em frente à casa onde o menino tinha sido assassinado, ela entrou para dentro do cano de esgoto, como se estivesse querendo retornar ao seu dono. Eu olhei para a casa e vieram em minha mente flashback da noite do assassinato, uma mulher descabelada segurando uma arma e atirando no escuro, sem saber que a bala atingiria uma criança. Eu conseguia ver um flashback da bala saindo da arma, atravessando uma janela de vidro e entrando no peito da criança assustada, rasgando sua carne até sair pelas costas e alojar-se na parede. Uma mulher olhou de dentro da casa e avistou os policiais, então entrou em pânico na tentativa de fugir, mas os homens conseguiram contê-la e levá-la em detenção. O detetive desculpou-se comigo e agradeceu minha ajuda naquele caso, e me ofereceu uma vaga na polícia para que eu ajudasse em outros casos. Eu aceitei e voltamos para a mansão onde tudo havia começado para pegarmos a viatura e irmos embora.
Porém chegando na cidade estava acontecendo uma correria, muitas pessoas se escondendo, e uma invasão alienígena estava tomando conta do cenário. Olhei para os lados e vi criaturas altas como os transformer lançando lasers nas casas e nas pessoas. O detetive me chamou por onde deveríamos fugir, e era como um cano daqueles que os bombeiros escorregam, porém ele dava para dentro de um bueiro totalmente escuro e eu estava morrendo de medo do que teria lá dentro.... Baratas, insetos, bichos, e quem sabe até mais ETs! Eu disse pro policial que não conseguia descer por ali, então ele me pegou pela mão e saímos correndo para outra direção. O transformer nos viu e começou a nos seguir, mas nós aparentemente também tínhamos poderes, pois nos transformamos em bolas (como o sonic faz) e conseguimos correr bem mais rápido para uma planície aberta longe da cidade.
No entanto, o transformer aprendia a tecnologia dos outros só de observar, e em poucos segundos ele já havia se transformado em uma bola e estava correndo em velocidade super sônica em nosso encalço. Quando ele finalmente chegou na planície em que estávamos escondidos - o detetive atrás de uma árvore e eu atrás de um carro abandonado - ele conseguiu de alguma forma transformar seus lasers, que antes eram feitos obviamente de luz, para um estado sólido e fazê-lo virar uma bola com velocidade supersônica teleguiada, que conseguia detectar onde estávamos e rolar em nossa direção para nos atacar. Ele atirou a primeira bola, que detectou onde estava o detetive e começou a rodar em sua direção, e ele tentou correr e fugir, mas a velocidade dele não foi suficiente para vencer a da bola teleguiada, que o alcançou e começou a envolver seu corpo digerindo-o, como uma fagocitose que nossas células brancas fazem com uma bactéria. No final, não havia mais nada restante do detetive, apenas a bola de laser do transformer que estava muito maior por ter ingerido meu colega.
Então a bola começou a 'cheirar' o ambiente como um cachorro faz para farejar meu paradeiro. Ela enfim me localizou, pois veio em minha direção, ao que eu sai correndo em alta velocidade para tentar despistar. O transformer jogou mais uma bola de laser para que as duas pudessem me caçar, mas enquanto eu fugia em velocidade supersônica eu tive a ideia de tentar fazer com que as duas colas se chocassem uma com a outra, talvez assim eu eliminaria as duas e poderia tentar atacar o transformer, que ficava menor e mais fraco a cada bola de laser que ele lançava, pois gastava boa parte de sua energia fazendo isso. Então, eu estava correndo de um lado para o outro, tentando fazer as duas bolas se chocarem, quando tudo terminou.
Então a bola começou a 'cheirar' o ambiente como um cachorro faz para farejar meu paradeiro. Ela enfim me localizou, pois veio em minha direção, ao que eu sai correndo em alta velocidade para tentar despistar. O transformer jogou mais uma bola de laser para que as duas pudessem me caçar, mas enquanto eu fugia em velocidade supersônica eu tive a ideia de tentar fazer com que as duas colas se chocassem uma com a outra, talvez assim eu eliminaria as duas e poderia tentar atacar o transformer, que ficava menor e mais fraco a cada bola de laser que ele lançava, pois gastava boa parte de sua energia fazendo isso. Então, eu estava correndo de um lado para o outro, tentando fazer as duas bolas se chocarem, quando tudo terminou.



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